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terça-feira, 19 de maio de 2015

Cuidado com as profecias!

Um dos maiores equívocos de quem estuda as profecias é tentar encaixá-las no jornal de hoje de manhã, ou pior, fazer o contrário. Muitos querem chamar a atenção e despertar um clima de euforia, procurando relacionar grandes profecias bíblicas a fatos pontuais, personalidades e desastres. Exemplos não faltam. Quando as Torres Gêmeas dos Estados Unidos foram destruídas, alguns explicaram que o atentado era o cumprimento de Daniel 8, em que um bode voa sem tocar o chão até derrubar os dois chifres de um carneiro. Contudo, um pouco à frente, lemos que o carneiro representa “os reis da Média e da Pérsia” e o bode simboliza “o rei da Grécia” (versículos 20 e 21).

Em 2013, um clamor seguiu o anúncio da escolha do papa Francisco, que, segundo alguns, seria o “oitavo rei”, o último papa antes da volta de Jesus. Isso foi um grande erro e não teve a aprovação da Igreja Adventista, pois a profecia de Apocalipse 17 trata de instituições e o poder exclusivamente religioso é representado pela meretriz e não pelo animal cujas cabeças simbolizam reis/reinos (Apocalipse 17:9; Isaías 14:4, 22, 23; Daniel 2:37, 38, 42-44; 7:17).

O fenômeno se repete agora mesmo. Há poucos dias, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, foi ao Vaticano a fim de conversar com o papa sobre o aquecimento global. Após o encontro, Ban disse estar ansioso para ler a próxima encíclica papal, que será a primeira a tratar especificamente do meio ambiente. Para o líder da ONU, a encíclica servirá como uma “voz moral sobre o assunto”.

A expectativa pela encíclica já começa a levantar especulações. Ela defenderá a guarda do domingo como o dia do planeta, para se reduzir a emissão de gases estufa? A pergunta é válida, no entanto, precisamos ser cautelosos.

O mesmo se aplica ao anúncio da pré-candidatura à presidência dos Estados Unidos pelo neurocirurgião adventista Ben Carson. Embora suas chances de nomeação como candidato pelo Partido Republicano sejam pequenas e sua vitória numa disputa eleitoral esteja ainda mais distante, alguns já especulam o que sua presença na Casa Branca representaria em termos religiosos e proféticos. Essas especulações mais prejudicam do que ajudam. Se, por um lado, agitam os de dentro da igreja (e depois os esfriam mais ainda), para os de fora, se tornam uma evidência de ignorância e até de fanatismo.

Pontos a pensar

Podemos assumir três posturas em relação às profecias: de alienação, alarmismo ou vigilância. As duas primeiras são extremos a serem evitados, enquanto a última é a postura bíblica recomendada pelo próprio Jesus. Encontramos alienação entre os que não se interessam em estudar a Bíblia ou em estabelecer qualquer ligação entre a profecia e os fatos atuais. Identificamos na Bíblia várias profecias de tempo, que se cumprem ao longo da história e indicam o momento em que vivemos – uma fase de juízo (Apocalipse 14:6). Além disso, vários sinais indicam que a volta de Jesus está “às portas” (Mateus 24:33). Contudo, cristãos espiritualmente alienados adotam a mesma postura dos “escarnecedores” que minimizam a proximidade da vinda de Jesus, alegando que “todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pedro 3:3 e 4).

No outro extremo, os alarmistas estudam as profecias, mas sem levar em conta suas regras de interpretação, o que os conduz a graves distorções. “Indoutos”, ou seja, sem conhecimento suficiente, e “inconstantes”, eles “torcem as Escrituras” (Conforme o texto de 2 Pedro 3:16). Trocam instituições por pessoas, deslocam a temporalidade, invertem simbolismo e literalismo e são propensos a marcar datas. E isso afeta a igreja.

O apóstolo Paulo teve que lidar com esse problema. Os cristãos de Tessalônica tinham a impressão de que a volta de Jesus era tão iminente que nem precisavam mais trabalhar. O apóstolo, então, explicou que alguns eventos teriam de ocorrer antes do retorno de Cristo e os relembrou que “se alguém não quer trabalhar, também não coma” (2 Tessalonicenses 3:10).

Para evitarmos os extremos da alienação e do alarmismo, Jesus nos recomendou a vigilância. “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor (Mateus 24:42). O vigia não pode dormir; deve estar atento e ser prudente. A postura de vigilância rejeita tanto a indiferença do alienado quanto a precipitação do alarmista. Combina de modo saudável ação e discrição, assim como preserva a imagem da igreja diante do mundo. Daniel é nosso modelo: embora tivesse recebido revelações proféticas sobre o presente e o futuro, ele manteve sua discrição em Babilônia. Daniel se manifestou nos momentos certos e da maneira apropriada.

Em vez de tentar enxergar certas notícias como cumprimentos pontuais decisivos, podemos vê-las como fotografias de um processo. Sabemos que elas se harmonizam com certas profecias, mas devemos nos lembrar de que ainda não são seu cumprimento final. Para quem estuda o Apocalipse, é evidente que os atores do último drama da história estão tomando seus lugares. Isso deve nos manter motivados, sim, para vigiar e orar, mas não para produzir sensacionalismo. Precisamos decidir se queremos apenas agitar as pessoas ou ajudá-las a se preparar realmente para o encontro com Deus.

[Fonte: Notícias Adventistas]

sábado, 2 de maio de 2015

Chip na mão, boatos e a Bíblia

Boato é algo muito antigo, só que com a vida plena online o alcance e a dimensão dos boatos aumentaram de maneira impressionante. Nem toda a informação que se propaga, inclusive sobre assuntos religiosos, é real. Tudo é passível de checagem.
E um alerta: cristãos que se dizem conhecedores da Bíblia precisam aprender a diferenciar boatos de fatos. Devem desenvolver o hábito de investigar mais, pesquisar detalhes de certos assuntos antes de compartilhar determinados conteúdos ou mesmo fazer comentários. Um princípio básico do conhecimento é checar se determinados dados são verdadeiros ou não.
Mas por que digo isso? Porque, entre tantas informações desencontradas que circulam nos meios virtuais, há uma que fala a respeito de uma lei, no Brasil, que obrigaria as pessoas a implantar chips sob a pele e que ali estarão todos os dados de registro dos cidadãos. Já surgiu esse boato referente à implantação em outros países. Mas a informação, até o presente momento, não é confirmada por nenhum site, portal ou blog conceituado e de credibilidade que se conhece, portanto é boato (mentira).
O que existe no Brasil, de fato, é um projeto sem conclusão prevista para implementação de um Registro de Identidade Civil (RIC) que supostamente reunirá todas as informações de um cidadão (número de RG, CPF, CNH, etc) de forma eletrônica. E isso poderia ser por meio de um chip colocado em um documento. Tal Registro poderia ser emitido pela Justiça Eleitoral, mas não há nada concretizado ainda. E estou falando do que a própria presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou em entrevista concedida em março deste ano acerca do assunto. Nada aponta para um chip colocado sob a pele! Pelo menos não em relação ao Registro.
Marca da besta?
Muitos cristãos têm se perguntado, nos meios virtuais, se esse suposto chip e o projeto de integração do registro civil seria a tal marca da besta mencionada no Apocalipse.
O assunto requer mais tempo de leitura e estudo comparativo inclusive com o livro de Daniel, mas de maneira rápida – para se entender a marca da besta – é fundamental se compreender quem é a besta e que tipo de marca se faz alusão no livro da revelação divina.
Há, no Apocalipse, a indicação de duas bestas. A besta que sobe do mar é, fundamentalmente, um poder político-religioso que atua para desqualificar os ensinos bíblicos por meio de contrafação e não para confirmá-los. Segundo explica o pastor Arilton de Oliveira, apresentador do programa Bíblia Fácil da TV Novo Tempo, essa besta “representa Roma em suas duas fases, imperial e papal”. Mas há a besta que sobe da terra (identificada como os Estados Unidos por conta das características ali descritas) e que tem total relação com a primeira besta, ou poder, conforme o capítulo 13 do Apocalipse.
Em uma análise dos versículos desse capítulo, Arilton comenta o papel de cada um dos poderes no panorama profético ainda não concretizado ou cumprido. Em um vídeo resumido produzido para a web, ele esclarece que a imagem que a segunda besta (EUA) fará da primeira (Roma papal ou Vaticano) “sem dúvida será para honrar alguma criação da primeira besta”. E detalha mais o que significa essa imagem. “Quando olhamos para a história nós percebemos que o sistema papal trocou a santidade do quarto mandamento, do sábado, para o primeiro dia da semana. O que os Estados Unidos farão justamente será levar os habitantes da terra a passar a santificar o primeiro dia da semana. A isso chamamos na profecia de o decreto dominical”. Resumindo: a questão aqui colocada é a de poderes tentando impor a observância de um dia de descanso e adoração não bíblico (é a tal imagem). Isso ocorre em oposição a um grupo (que deduz-se ser bem menor) que defende a guarda do sábado tal como a ensinada e contextualizada desde o livro de Gênesis até o Apocalipse, passando pelos profetas maiores, menores, evangelhos e cartas de Paulo.
Evidência de lealdade
E a marca, o que tem a ver com imagem e bestas? Segundo o Comentário Bíblico Adventista, produzido a partir de muito estudo teológico e análise histórica e de contexto, “os eruditos adventistas entendem que esta não é uma marca literal; em vez disso, consiste em um sinal de aliança que identifica o portador como alguém leal ao poder representado pela besta. A controvérsia nessa época girará em torno a lei de Deus, sobretudo, do quarto mandamento. Logo, a observância do domingo será o sinal, mas isso só ocorrerá quando o poder da besta for reavivado e a observância do domingo no lugar do sábado se tornar lei…quando tudo estiver claro diante das pessoas e, mesmo assim, escolherem seguir a instituição da besta, observando-a e desobedecendo ao sábado de Deus, elas mostrarão sua fidelidade ao poder da besta e receberão sua marca”.
O tema, como eu já frisei, exige estudo mais prolongado e consistente. Mas duas coisas podem ficar bem claras: necessidade de profundo apego à Bíblia e à oração como instrumentos seguros para compreensão equilibrada das profecias e grande atenção a boatos que não fortalecem a fé, e sim, criam alarmismos, falsa sensação de espiritualidade e catastrofismo barato.
Precisamos realmente ter a Bíblia como alicerce firme para nossa crença cristã e não só como mera fonte de informação.
Quer saber mais sobre Apocalipse, marca da besta, imagem da besta, etc? Veja os vídeos abaixo e deixe seu comentário:
Michelson Borges e cenários possíveis sobre decreto dominical
Rafael Rossi e a segunda besta do Apocalipse
Pr. Arilton e a besta que sobre do mar

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Profecias que ainda se cumprirão no livro do Apocalipse


Estas profecias encontram-se todas no livro do Apocalipse.

Profecias que se cumprirão durante a crise final:

  • O selamento do povo de Deus, cap. 7:2-8.
  • A Lei de Deus vista no santuário, cap. 11:2-8.
  • O povo do advento perseguido, cap. 12:17.
  • A opressão da segunda besta nos Estados Unidos, cap. 13:12-18.
  • A destruição da terra pelo fogo, cap. 14:10; 20:10 e 15; 21:8
  • O terceiro anjo e o sinal da besta, cap. 14;9-13.
  • A vindima das uvas ímpias, cap. 14:17-20.
  • Sobre o fim do tempo de graça (ou de escolha): Cap. 15:1, 5-8;
  • As sete pragas: Cap 16;
  • Sobre os três últimos impérios, cap. 17:9 e 10
  • Sobre a ação final de Satanás, 17:11
  • Sobre a organização do mundo para a batalha final, 17:12-14
  • Sobre a revolta das nações contra a Besta, 17:16-17
  • O alto clamor de terceiro anjo, cap. 18:1-4;
  • A queda de babilônia (poder papal): Caps 18 e 19;
Profecias que se cumprirão após a crise final:
  • A abertura do sétimo selo, cap. 8:1;
  • A segunda vinda de Cristo: Caps. 1:7; 3:3 e 11 14:14-20; 19:11-21;
  • Todo o olho O verá: cap 1:7
  • O milênio, após a segunda vinda: cap. 20;
  • A prisão milenar de Satanás, cap. 20:1-3.

Profecias que se cumprirão na Nova Jerusalém

  • A nova Jerusalém: Cap. 21 e 22;
  • Uma multidão incontável vitoriosa, cap. 7:9-17; 14:1-5; 15:2-4;
  • Os 144.000 na glória, cap. 14:1-5;
  • O regozijo da vitória dos 144.000 contra a besta, cap. 15:2-4;
  • A festa das bodas do Cordeiro, cap. 19:1-10;
  • O juízo dos ímpios no milênio: Cap 20:4-6.

Profecia a cumprir-se no fim do milênio

  • O juízo executivo dos anjos e dos ímpios, cap. 20:7-10.

Profecias a cumprirem-se na restauração

  • Novo céu e nova terra: Cap. 21:1-8; 7:13-17
  • A metrópole da Nova Terra, cap. 21:9-22.
  • Epílogo, cap. 22:6-21.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A Verdade sobre a Morte

MORTE!
Existe vida após a Morte?
Para onde vamos quando Morremos? Direto para o céu ou para o inferno? Existe purgatório?

Este assunto nos lembra tristeza, dor. Nos lembra a perda de amigos ou parentes, queridos que nós nunca mais veremos.

Nós lamentamos a morte porque o conceito de morte nos é exposto de forma errada! Mas vejamos o verdadeiro conceito de morte; vamos tentar compreender a morte no contexto bíblico, a fim de ajustarmos nosso conceito ao padrão bíblico, que é o único válido para aqueles que creem na Bíblia como a Palavra de Deus. Vamos analisar algumas passagens que deverão por em cheque alguns falsos conceitos que são proliferados por aí:

1- A morte é fim de tudo?
A morte como disse Jesus, é como um sono. No livro de João, capítulo 11, dos versículos 11 ao 14 trata sobre a morte de Lázaro.

Jesus tinha um amigo chamado Lázaro que estava doente e que logo viria a morrer, e na primeira parte do versículo 11 Jesus diz: "Lázaro, o nosso amigo, dorme...".

Cristo trata a morte como um sono, porque em Sua segunda vinda à essa Terra, ressuscitará todos os que porventura já estiverem mortos, mas uns para a vida eterna e outros para a morte eterna.

Por isso tenha esperança, pois, a morte não é o fim de tudo, apenas uma pausa até o dia do Juízo Final.

2- Para onde vamos quando Morremos?
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gênesis 2:7)

E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. (Eclesiastes 12:7)

Como pode ser visto nos versículos acima, o ser humano foi feito do pó da terra e depois de morrer ele volta a ser pó; Com relação ao 'espírito voltar a Deus', isso faz referência ao 'fôlego de vida' que foi dado na criação. Para saber mais informações acerca desse assunto de ALMA E ESPÍRITO clique aqui.

Então, essa ideia de que quando a pessoa morre, ela vai direto para o céu ou para o inferno, ou ainda, para o purgatório, É MENTIRAAAA!!!. O único lugar ao qual a pessoa que morre vai, é à sepultura.

3- Os mortos podem nos ver, ou até mesmo se comunicar conosco?
Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. (Eclesiastes 9:5)

E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. (2 Coríntios 11:14

O primeiro texto acima deixa bem claro que a pessoa que morre não sabe de nada, consequentemente não tem comunicação alguma com os vivos nem com outros mortos, nem mesmo com Deus, pois, estão no pó da terra aguardando o dia da ressurreição como já exposto anteriormente. 

Mas então, quem é que se comunica com as pessoas em sessões mediunicas? Pasme!, mas como o 2º texto diz, que se Satanás pode se transformar em um anjo de luz, que dirá se passar por uma pessoa que já morreu.

Fique atento para não ser enganado por falsos conceitos que não tem base bíblica.

** PARA SABER MAIS SOBRE O TEMA "MORTE", clique aqui e assista o vídeo logo abaixo. **


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